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  MUSEU DO SOM, IMAGEM E COMUNICAÇÃO

   O Museu do Som, Imagem e Comunicação da Universidade Aberta da Melhor Idade foi idealizado pelo Diretor do Departamento, Prof. Alcides Mazzini. Por ser radialista de longa data, ele concebeu a idéia de homenagear os profissionais do rádio, reunindo equipamentos e demais itens que pudessem ajudar a contar e a preservar a história desse importante veículo de comunicação.

   Lançou uma campanha para doação de material que teve resposta imediata, inicialmente pelos próprios alunos da UNA. A comunidade também começou a se manifestar, oferecendo objetos que poderiam compor o Museu. O Prof. Mazzini foi buscar de casa em casa cada doação, compondo rapidamente um acervo impressionante de raridades.

   Entre os itens expostos no Museu estão rádios, rádio-vitrolas, gravadores de fitas cassette e de rolo, microfones, aparelhos de comunicação de radioamadores, toca-discos, gravador de discos de 78 rotações, eletrolas, ampliador fotográfico, telex, mesas de som de emissoras de rádio, telefone antigo, equipamento de comunicação de guerra, transmissor de som, maleta para transmissão externa, filtros de som, ampliador fotográfico, câmeras fotográficas, filmadoras de 8 milímetros, projetor de cinema de 16 milímetros, mimeógrafo, órgãos eletrônicos, máquinas de somar etc.

   A idéia de fazer com que o acervo do Museu ficasse restrito à área do rádio foi revista e logo depois do começo dos trabalhos iniciou-se também a catologação de objetos nos setores de som e imagem. Assim, passam a compor o acervo registros sonoros de programas de rádio, músicas, discos, discursos gravados, depoimentos, revistas e jornais antigas, fotografias, etc.

   O Museu do Som, Imagem e Comunicação foi inaugurado no dia 5 de maio de 2004, graças ao apoio do Diretor Geral do Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - UniSALESIANO de Araçatuba, Pe. Luigi Favero, que tão logo assumiu a Presidência da UNA viabilizou a reforma do prédio, restaurando e pintando suas dependências e estimulando seu funcionamento.

  
  MONUMENTO À IMPRENSA JORNALISTA ´GENILSON SENCHE´

   Um dos projetos também mais acalentados pela Universidade Aberta da Melhor Idade durante vários anos era a construção de um Monumento à Imprensa, que existiria para homenagear a classe dos jornalistas de Araçatuba e toda a Região. A idéia se concretizou quando o Prof. Alcides Mazzini, Diretor do Departamento, recebeu em doação de uma gráfica da cidade uma máquina Linotipo fabricada em Nova York, Estados Unidos, em 1942.

   A máquina seria descartada pela empresa doadora e levada a um ferro-velho, onde seria desmontada e suas peças vendidas a granel. O Prof. Mazzini viu no equipamento o objeto perfeito para simbolizar a história do jornalismo e a homenagem que se pretendia prestar.

   A seguir, o Pe. Luigi Favero, Diretor Geral do Centro Universitário Católico Salesiano Auxiluim de Araçatuba, elaborou um plano para a construção do Monumento. Convidou o arquiteto Emílio Ruas Rodrigues, um dos mais conceituados profissionais do setor em Araçatuba, para fazer a concepção arquitetônica do projeto. Reuniu também empresas para patrocinar material de construção, ofereceu mão-de-obra dos serviços de manutenção do UniSALESIANO de Araçatuba e iniciou os trabalhos de restauração do espaço.

   Foram aproveitados 4 pilares que antigamente sustentavam uma grande caixa d´água da Rede Ferroviária Federal. Sobre eles e nos seus limites foram instalados vidros em diagonal e no centro foi colocada a máquina Linotipo. Ao construir o Monumento, a UNA queria escolher um nome que sintetizasse todo o trabalho jornalístico existente na cidade. Por isso, foi escolhido o nome do Jornalista Genilson Senche.

   Genilson Senche é considerado um divisor de águas na história do jornalismo local e regional. Com suas idéias criativas e arrojadas, um tino comercial impressionante e práticas administrativas muito bem elaboradas, ele transformou a Folha da Região num dos mais prósperos, importantes e influentes órgãos de imprensa do Oeste Paulista, com distribuição diária em 38 municípios próximos.

   Painéis distribuídos pelos quatro lados da base do Monumento contam a história de Genilson Senche e da Linotipo e citam momentos marcantes na vida da imprensa nacional e internacional. Sua inauguração, que contou com a fundamental ajuda da Família Senche, aconteceu no dia 28 de junho de 2004, data de veiculação da edição nº 10.000 do Jornal Folha da Região.

   O Monumento à Imprensa Jornalista Genilson Senche significa, assim, um preito de homenagem a um dos mais dinâmicos profissionais e empresários do setor, cuja importância e méritos são reconhecidos por todos aqueles que atuam em jornais, rádios, TVs, revistas e outros veículos de comunicação.

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